Eu comecei o ano super animada e cheia de metas. Vocês sabem disso porque listei todas aqui no blog
Mas confesso que essa semana não tem sido fácil me manter na linha, principalmente na de organização da casa e academia. Acordar já está difícil, imagina o resto todo. Hoje não dei conta nem de terminar o dia de trabalho, vim pra casa mais cedo.
Agora, a pergunta é: porque senhor? Estamos no verão e gripe deveria ser coisa de inverno. Mas o meu estado prova que não é: dor no corpo todo, nariz trancado, garganta doendo… Diria que até parece que fui atropelada por um caminhão, mas como nunca fui de fato atropelada por um caminhão achei melhor evitar a comparação.
Como sempre digo, existe apenas uma parte boa de ficar doente: a paparicação. Até sopa o Felipe fez pra mim ontem
Mas, ainda assim, espero ficar boa logo, até porque, provar vestidos de noiva doente não seria uma boa ideia né? Dá-lhe Naldecon, Vick Pyrena e comidinhas caseiras até sexta!
Hoje o Felipe me chamou de “maquininha de fazer post”. Eu disse que não estava sendo difícil porque a maioria dos posts é meio inútil mesmo; isso sem mencionar totalmente querido-diário.
Para não perder o embalo, aí vai mais um post: um pouco menos querido-diário e não tão inútil (pelo menos gosto de pensar assim).
O post de hoje fala sobre um dos livros lidos no ano passado: Huck, da autora Janet Elder. Comprei o livro pela capa, confesso. Mas também, com uma Jujuba por perto, quem não compraria né?
Li o livro em poucos dias. Primeiro porque a autora tem uma escrita tranquila, a leitura flui com facilidade. Segundo porque, mesmo sabendo que o livro teria final feliz – já que a autora avisa já no início que não precisamos nos preocupar pois o final é feliz – eu não aguentava esperar para saber como – e principalmente quando - Huck voltaria para a família.
Dei algumas risadas durante a leitura, mas confesso que chorei ainda mais. Só de imaginar perder a Juju me dava um nó na garganta. Por isso, de vez em quando, parava um pouco de ler e ia atrás da Jujuba pra ver como ela estava. Ou lia com ela deitada do meu lado.
Sinopse básica (com spoilers)
O livro conta a história do cachorrinho Huck e sua “família humana” (um pai, uma mãe e um filho). Huck vem para a família depois de muita insistência de Michael, o filho. E ainda assim, ele só vem pois a família passou por uma situação complicada – a mãe teve câncer – e a ideia de ganhar um cachorrinho ajudou o menino a passar pelos momentos mais difíceis da doença da mãe.
Logo de cara, Huck e Michael tornam-se melhores amigos. Imagina então o sofrimento do menino ao ter que deixar o pequeno para viajar com os pais. O que só piora quando eles recebem a notícia de que Huck fugiu da casa onde estava “hospedado”!
A história da busca pelo cachorrinho perdido é emocionante, mas muito longa. Tão longa que às vezes eu me esquecia do anunciado final feliz e começava a imaginar como seria se eles não achassem o Huck. Nessas horas, sentia um aperto no coração (ou no estômago, sei lá, rs).
No fim, com a ajuda de vários desconhecidos solidários com a causa, a família consegue recuperar o cachorrinho. A autora conta em detalhes a busca pelo Huck e menciona muitas pessoas que os ajudaram nessa busca. Pessoas estranhas, sem nenhum relacionamento com Janet ou seu marido, mas que se propuseram a ajudar da maneira que pudessem: colando cartazes, avisando aos amigos, ajudando nas buscas… Correndo o risco de parecer piegas, arrisco dizer que a narrativa é emocionante. No final chorei de novo, mas de felicidade!
Acho que se tivesse lido o livro antes da Jujuba, a experiência teria sido outra. Mas depois dela, muita coisa mudou na minha relação com animais de estimação. Apesar de ficar p* da vida quando ela apronta alguma (como agora, em que ela apareceu na sala comendo meu 5º chinelo desde a chegada dela), confesso que não consigo mais imaginar o dia a dia sem ela por perto. Animais de estimação como os que tive na infância, que viviam fora de casa, nos ensinam a gostar de animais de estimação. Mas animais de estimação como a Jujuba, que dividem comigo até o sofá e a TV, nos ensinam a amar esses bichinhos.
A ficha da mudança pós Jujuba caiu quando li sobre a visita da autora a um pet shop no qual ela iria colocar cartazes do Huck. Aí vai a passagem:
“Dentro do pet shop havia quadros de avisos repletos de fotografias de cães e gatos bem-arrumados – na praia, diante de abóboras no Dia das Bruxas, havia até mesmo uma mostrando um cachorrinho sentado no colo do Papai Noel. [...] Sempre tive muita cautela com pessoas que cruzam a linha e antropomorfizam completamente seus animais de estimação. E embora eu vivesse repetindo para mim mesma que estava longe desse limite e que era bastante adulta na maneira de tratar meu cachorro, eu via como era fácil transformar os cães em membros da família, como se fossem gente. Eu ainda não tinha colocado Huck no colo do Papai Noel, mas isso também não estava totalmente fora de questão. Eu esperava ainda ter essa chance.”
Bom apenas para finalizar digo que adorei o livro e recomendo 100%.
Como vocês, meus queridos leitores, já sabem, 2012 será o ano do nosso casamento. E como todos os já casados também sabem, casamento não é algo muito barato
Falei sobre a organização das finanças do casamento nesse post aqui. A intenção de hoje é falar sobre o planejamento financeiro diário, aquele que inclui as anotações até de balas e chicletes comprados na panificadora.
Quando comecei a ganhar meu próprio dinheiro, uma das coisas que adotei logo de cara foi um controle de finanças. Eu anotava direitinho, todos os dias, em meu caderninho de capa preta, todos os meus gastos: ônibus, mercado, farmácia, etc. Vendo minhas anotações diárias, o Fê ficou abismado: não com a organização, que disso ele já sabia, mas com o fato de eu fazer essas anotações em um caderno e as somas na base da calculadora. Mais que rapidinho, ele criou uma planilha no excel e me obrigou a passar todos os dados para ela. Mas eu não estou reclamando não, o excel facilitou muito a minha vida, rs.
Hoje, quase 04 anos depois, continuo com a planilha do excel. Não exatamente a mesma, porque o Felipe já implementou várias modificações e acrescentou várias fórmulas novas. Mas a ideia ainda é a mesma: anotar tudo o que entre e sai da conta, inclusive as balas e chicletes.
Acredito que foi graças a essa organização que conseguirmos comprar algumas das coisas que queríamos sem deixar de pagar nenhuma conta no mês. E é graças a ela que vamos conseguir pagar o casamento (pelo menos é o que pretendemos, hehe).
Por isso, recomendo a todos que adotem um sistema de controle financeiro, seja ele qual for (pode ser o caderninho de papel, o excel ou até os sites especializados), e não apenas para coisas como o casamento ou o financiamento de um imóvel. Planejar as finanças no dia a dia também ajuda a manter a linha e a sabermos quando (e quanto) podemos cometer nossos “exageros”.
Bom, como o post de ontem foi sobre outra coisa, ficaram faltando os comentários sobre as duas últimas metas do mês.
Sobre o vestido de noiva: segundo meu cronograma de casamento, tenho até o final do mês pra escolher quem vai fazer o vestido (ou mesmo se eu vou comprar). Mas não se preocupem, a saga do vestido vai ser narrada em detalhes no blog do casamento, que estará de volta na semana que vem.
Sobre a saída com as amigas: como eu já disse, essa não depende só de mim. Mas estou só esperando passar essa semana de preguiça pra agitar alguma coisa. Um Baba Salim, quem sabe? Pelo que eu me lembro, estão me devendo um presente :-p
Existem muitas formas de dizer “eu te amo”. A primeira delas, mais simples, é dizer assim mesmo, com todas as letras: “eu te amo”.
Mas, depois de quatro anos de relacionamento, eis que aprendi outras maneiras de dizer “eu te amo”. Assim, aprendi que estamos dizendo “eu te amo” quando vamos ao cinema assistir aquele filme que não tem nada a ver com a gente, ou quando deixamos que a pessoa amada escute Shania Twain no carro. Dizemos “eu te amo” quando abrimos mão de comer a última almôndega e quando dividimos nossa batata frita. Muitos dizem “eu te amo” com um beijo, outros com um cafuné. Alguns o dizem com um “cheiro” todos os dias antes de sair para trabalhar. É possível dizer “eu te amo” sem nem mesmo ser ouvido, como quando acordamos de madrugada e abraçamos quem está ao nosso lado. Melhor ainda quando, mesmo sem acordar, a pessoa amada nos retribui o abraço.
E resolvi dizer isso aqui no post porque hoje aprendi mais uma forma de dizer “eu te amo”. E vou explicar com uma pequena história:
No final do ano passado, quando fomos comprar os presentes de Natal, ganhamos de brinde na Carla Prado duas xuxinhas de cabelo. As melhores xuxinhas que eu que já tive em toda a minha vida! Quem costuma usar xuxinhas sabe que isso não é algo que podemos dizer da maioria delas. As xuxinhas tem a insuportável mania de arrebentar no terceiro laço ou lacear a ponto de se tornarem inúteis em menos de uma semana. Essas xuxinhas a que me refiro, no entanto, não.
Bom, para encurtar a história, estava eu feliz e contente com as minhas xuxinhas até que, no espaço de uma semana, a Jujuba deu um jeito de comer as duas. Fiquei muito triste quando ela comeu a primeira, mas fiquei verdadeiramente arrasada quando ela comeu a segunda.
Com a promessa de que assim que tivesse tempo voltaria na loja para comprar mais, decidi usar, em caráter provisório, xuxinhas novas compradas na Casa China (bem mais perto de casa que a Carla Prado). Nem preciso dizer que elas são horríveis né? Não fazem a terceira volta nem por decreto e ainda deixam o cabelo todo quebrado. Mas a preguiça, minha amiga constante, me fazia enfrentá-las assim mesmo.
Viajei para Joinville em dezembro e, sem dó nem piedade, roubei (com autorização da dona, que imaginava ser apenas um empréstimo) uma xuxinha muito parecida com aquelas da Carla Prado. No entanto, por descuido, a pobre acabou tendo o mesmo destino de suas antecessoras: o estômago da Juju. Isso aconteceu antes de ontem à noite – isso porque já passa da meia-noite, senão eu diria ontem à noite. Fiquei arrasada mais uma vez. Não cheguei a chorar, o que seria demais por uma xuxinha, mas juro que fiquei com aquele nó na garganta.
Pois bem, ontem o Felipe se atrasou para chegar em casa depois do trabalho. Eu já estava preparada para um drama do tipo “poxa, podia ter saído no horário” quando ele me entregou um pequeno pacote cor-de-rosa. “Presente de Natal atrasado”, ele disse. Desarmei na hora e esqueci o drama do atraso. Estava abrindo o pacote ansiosa para ver o que eu ia ganhar, mas ele não se conteve e, antes que eu visse o que tinha dentro, disse: “passei na Carla Prado e comprei algumas xuxinhas pra você”. Abri e encontrei 05 xuxinhas daquelas melhores-xuxinhas-que-eu-já-tive-em-toda-a-minha-vida, cada uma de uma cor.
Agradeci com um beijo e um ‘muito obrigada’, mas fiquei com o sentimento de que estava faltando alguma coisa. E agora me dei conta do que era essa coisa que estava faltando. Era algo que eu queria dizer naquela hora, mas não disse, e por isso estou dizendo agora: eu também.
Comecei a trabalhar com educação à distância em 2007, quando entrei na Digital SK. Não sabia muito bem no que estava me metendo, mas precisava ganhar dinheiro, então arrisquei.
Acabei descobrindo a minha área de estudo: educação, mais especificamente, educação à distância.
Hoje, no TRE, continuo trabalhando com EaD. Mas algumas coisas mudaram desde 2007. Fiz vários cursos na área de tutoria e produção de material e concluí, em 2010, minha especialização em educação à distância pelo SENAC-SC.
Acontece que no ano passado fui um pouco relapsa com os estudos. Fiz poucos cursos (02) e li pouca coisa. Por isso, uma das metas do mês é estudar um pouco mais sobre a educação à distância, em especial sobre o tema da avaliação.
Resolvi começar pela leitura dos artigos do livro mencionado para ter um norte e, a partir daí, pesquisar mais sobre o assunto. Como meta aliada à essa primeira está a atualização do blog Anita Bacana EaD. Assim me obrigo a não apenas ler mais como escrever mais sobre o tema.
Publiquei um texto no blog hoje, apenas para dar o pontapé inicial. É um texto antigo e que poderia ser revisado (e quem sabe seja algum dia). Pretendo publicar alguns outros que já tenho escritos e escrever novos textos com base nas novas leituras.
Eu tinha pensando até em fazer mais uma pós esse ano, ou tentar um mestrado, mas achei melhor deixar esses planos para 2013. Esse ano o foco será o casamento e todos os recursos financeiros já tem destino certo.
Mas, se tudo der certo, em 2013 retomo os estudos formais e começo a me preparar para um mestrado
Há alguns anos atrás, o Álvaro e eu fizemos uma lista de livros que pretendíamos ler. Não faço ideia se ele chegou a ler algum, mas tenho que confessar que eu não li nenhum. Por isso, como parte das resoluções desse ano, resolvi recuperar essa lista e torná-la a lista oficial do meu desafio literário de 2012. Confesso que só de ler os nomes de alguns dos livros eu já sei que vão ser complicados de ler, mas prometo que vou dar uma chance de 50 páginas para todos. Caso ache o livro muito ruim, paro na página 51 ok?
Aí vai a lista:
- A Dama das Camélias – Alexandre Dumas Filho
- O Guia do Mochileiro das Galáxias – Douglas Adams
- A Mulher de 30 Anos – Honoré de Balzac
- Ulisses – James Joyce
- Paraíso Perdido – John Milton
- A Feira das Vaidades – William Thackeray
- Decameron – Boccacio
- Memórias – Casanova
- Grande Sertão Veredas – Guimarães Rosa
- Almas Mortas – Nikolai Gogol
- O Nome da Rosa – Umberto Eco
- Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens – Nísia Floresta
Resolvi que vou começar pelo Guia do Mochileiro das Galáxias, do Douglas Adams, porque esse é o único que eu tenho em casa. Os outros eu vou comprando aos poucos (mas se quiserem mandar de presente, agradeço). Prometo um comentário, ainda que básico sobre cada um dos livros lidos ok?
Eita, relendo a lista aqui no post, ela me pareceu um pouco pesada. Culpa do Álvaro, que escolheu a maioria dos livros.
Abre parêntesis
Tá, eu confesso, isso pode ser mentira. Na verdade eu não lembro quem escolheu que livro, mas como ele não vai ler o post mesmo, fica mais fácil colocar a culpa nele.
Fecha parêntesis
Por essa razão, decidi fazer uma lista paralela de leitura, algo um pouco mais light. Na lista light vou deixar livros da Sophie Kinsella ou do Nicholas Sparks (que eu confesso, ainda não li nenhum), além de alguns outros autores desconhecidos que eu tenho na biblioteca aqui de casa. Assim, faço um revezamento entre uma lista e outra e dou um descanso pra cabeça.
No início de 2011, depois de alguns probleminhas básicos, dispensamos nossa diarista. Desde então, a limpeza da casa ficou por nossa conta. No início, conseguimos manter tudo limpo e organizado. Fazíamos a faxina na casa aos sábados e mantínhamos a casa mais ou menos organizada de domingo a sexta. Mas logo a rotina de limpeza encheu o saco, e a casa foi ficando largada, apenas quando a coisa ficava feia mesmo é que colocávamos a mão na massa. Foram várias as crises (minhas, não do Felipe) de choro ao chegar em casa e encontrar a pia cheia de louça. Ou ao não dar conta de lavar essa mesma louça antes de sair pra trabalhar.
Quando fui morar sozinha, também não tinha diarista. Eu mesma limpava a casa uma ou duas vezes na semana, de manhã, antes de sair para trabalhar. Acontece que o apartamento no qual morávamos antes era muito mais fácil de limpar. E muito mais fácil de manter limpo. Pode parecer desculpa, mas é verdade. Sem contar que naquela época eu estava sozinha em casa… Quando o Felipe chegou, contratamos uma diarista que passou a vir duas vezes por semana.
O problema agora é que, além do apartamento atual ser mais difícil (e chato) de limpar, temos o fator Jujuba. Pelos e jornais fazem parte da rotina de limpeza da casa agora. Ah, e é um pouco mais difícil tentar varrer, tirar pó e passar pano com a Juju tentando comer o rodo, a vassoura e o espanador.
Bom, pra resumir, depois de muito stress por conta da casa em 2011, resolvi que não deixaria esse ser um problema em 2012. Comecei montando uma agenda de tarefas da casa para janeiro de 2012, e pretendo atualizar a lista a cada mês. Listei todas as coisas que devem ser feitas na casa e, com a ajuda do Felipe, defini a periodicidade das tarefas. Por exemplo, tarefas como lavar a louça devem ser feitas diariamente enquanto que tarefas como limpar as janelas podem ser feitas a cada 15 dias. Anotei todas as listas no caderninho da foto abaixo e conto com ele para me manter na linha. Até agora tem dado certo (embora eu esteja ainda no segundo dia, rs). Espero que continue assim, mesmo porque uma diarista esse ano está fora de cogitação.
As três primeiras metas da lista fazem parte de um mesmo plano: conseguir emagrecer o suficiente para estar bem no casamento
O terceiro item faz parte também do tratamento da gastrite, já que refrigerante está na lista dos alimentos proibidos.
Desde que eu era adolescente venho brigando com a balança. Mas, no ano passado, cheguei a um nível preocupante: peso muito acima do ideal, colesterol e triglicerídeos lá em cima, gastrite e esofagite… O Felipe e eu resolvemos então contratar uma personal e fomos pra academia. Mesmo assim a preguiça ainda me dominava e eu só fui começar pra valer depois de quase 4 meses de treinamento! Nessa mesma época, pedi pra personal, que também é nutricionista, montar uma dieta pra mim. Com a dieta em mãos, as coisas começaram a melhorar. Fui dos 67,6kg para os atuais 63,2kg e pretendo continuar até chegar aos 54kg. Ou seja: falta muito ainda para chegar aonde quero, mas pelo menos estou no caminho né?
Passado o tempo das festas de fim de ano, nas quais eu sempre acabo exagerando, volto hoje para o cardápio da dieta e para os exercícios. É provável que seja um pouco mais difícil que ano passado, já que não vamos poder continuar com a personal. Mas conto com o objetivo final (o casamento) para me manter na linha. Ah, e conto com o noivo também, já que ele entrou nessa de dieta e exercício comigo.
Então, para começar, os dados iniciais:
Peso: 63,2kg
IMC: 25,97 (sobrepeso)
A ideia é terminar o mês com 2kg a menos. Vamos lá!
A mesma autora, um blog novo. Na verdade, o mesmo blog mas com outra cara e começando do zero! Os posts anteriores foram salvos e logo serão publicados aqui, mas por enquanto ficamos sem histórico ok?
A cara do blog também é provisória, vou encher o saco do Felipe até ele dar um jeito nisso pra mim.
A ideia é manter o blog atualizado com posts sobre assuntos variados e que me ajudem a manter as famosas resoluções de ano novo.
No entanto, para 2012 resolvi estabelecer metas mensais em vez de anuais, acho que assim fica mais fácil de cumpri-las. Para janeiro, por exemplo, as metas são:
- Emagrecer 2 kg;
- ir à academia pelo menos duas vezes por semana;
- ficar sem tomar refrigerante ou comer chocolate;
- cumprir a lista de tarefas da casa;
- ler 06 capítulos do livro Educação à Distância: o estado da arte, vol. I;
- ler pelo menos um livro da lista de leituras para 2012;
- escolher o modelo do vestido de casamento e
- encontrar com as minhas amigas pelo menos uma vez.
O detalhe é que para essa última vou precisar consultar a disponibilidade das meninas.
Bom, ao longo da semana faço posts específicos para cada uma das metas do mês. Agora eu vou jogar Mário Kart com o Felipe (se ele deixar).
Beijos e um feliz 2012 para todos os que passarem por aqui!


